Sim! Não é novidade que o século 21 mudou a rotina das pessoas e tempo parece artigo de luxo, e se não temos tempo para nada, onde fica o tempo para estudar?
As empresas sabem que para manter uma empresa competitiva, é necessária uma educação continuada e se deram conta da importancia da educação a distância (EAD). Algumas ja estão fazendo sua parte, buscando parcerias como é o caso do Banco do Brasil que juntamente com a fundação Getúlio Vargas, oferece a seus funcionários um curso de MBA. São 20 turmas compostas por mil alunos que residem em diferentes partes do país. Os que trabalham na fronteira do Uruguai e em Belém tem acesso ao mesmo conhecimento de quem mora nos grandes centros. Outras vão além, criando cursos específicos de seu setor.
Como o mercado vê o EAD
As empresas e o governo investem em ações que avalizem a qualidade dos cursos on-line. Um passo importante nesse sentido foi dado pelo Ministério da Educação (MEC), que encaminhou à Casa Civil um projeto que, entre outras medidas, estabelece equivalência geral e irrestrita entre diplomas de cursos presenciais e a distância. "A EAD possui, em princípio, os recursos necessários para atender qualquer situação com a qualidade e o grau de sucesso desejado" assegura o secretário de EAD do MEC, Ronaldo Mota.
Ao contrário do que muitos pensam o EAD não tem nada de fácil e assim como o ensino presencial, existirão aqueles que estudam e os que não estudam; os que só querem diploma e os que querem aprender; os que farão a diferença e os que não representarão nada. O problema não é a modalidade de ensino, mas sim o fator de comprometimento do discente.
As empresas já perceberam isso e como sempre, cabe ao RH identificar o perfil desses profissionais independente de sua modalidade de estudo, mas sim da sua capacidade produtiva dentro da organização.







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